OBRIGADO A TODOS OS QUE PARTICIPARAM NO WEBINAR

WEBINAR DE VERÃO

(via ZOOM)

(17 de setembro 2020/ 17 September 2020)

15.00/3PM (Luanda/Lisboa/London time) 

A juventude em Angola face aos desafios do futuro. Forças e fraquezas

Angola´s youth facing the challenges of the future. Strengths and weaknesses

PROGRAMA


Convenor e Moderador-Filipe Delfim Santos (U. Nova e ARN)


Keynote speaker


  • John Spall (Birmingham), Youthful aspirations and interrupted life projects: The young lives of FAPLA veterans viewed in retrospect


Comunicações


  • Francisco Ramos da Cruz (ISCTE-IUL/Academia Militar), A juventude angolana e as religiões


  • Ruy Blanes (U.Gotemburgo) e Hitler Samassuku (U.Agostinho Neto/Juventude pelas Autarquias), Intervenções lutas locais, mobilização nacional: o ativismo dos jovens angolanos no pós-15+2



  • Vasco Martins (CES. U.Coimbra), Memória, moralidade e imaginários políticos: o Estado e a juventude angolana


Encerramento-Wolfgang Stojetz (ISDC)


Convidam-se todos os angolanistas a assistir a este Webinar.


O convenor do seminário é o Prof. Filipe Delfim Santos, diretor da Angola Research Network.

 
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A LIFE WITH CORONA

(A PERSPECTIVA DE ANGOLA)

A Angola Research Network associa-se ao ISDC - International Security and Development Center, Berlim, Alemanha para promover uma investigação fundamental: "A Life with Corona",  no que diz respeito a Angola.

A Life with Corona, projecto do ISDC, Berlim, captura as vozes e os humores dos cidadãos afetados em todo o mundo, coletando dados para fornecer respostas  sobre as implicações sociais e económicas da pandemia do Coronavirus. O Life with Corona é um projeto de ciência cidadã de acesso aberto, baseado em métodos académicos rigorosos. Os dados serão disponibilizados para análises académicas sem fins lucrativos.

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1.º CONGRESSO INTERNACIONAL DE ANGOLANÍSTICA

Informamos que damos por completo o processo de publicação eletrónica das Atas do Primeiro Congresso Internacional de Angolanística (consulte aqui)

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SESSÃO PLENÁRIA DO 1.º CONGRESSO INTERNACIONAL DE ANGOLANÍSTICA

 

PRIMEIRO CONGRESSO INTERNACIONAL DE ANGOLANÍSTICA
NOVOS CAMINHOS PARA ANGOLA NO SÉCULO XXI

Lisboa, Biblioteca Nacional de Portugal, 17/18 de outubro de 2019

O Primeiro Congresso Internacional de Angolanística reuniu-se nos dias 17 e 18 de outubro de 2019, na Biblioteca Nacional de Portugal, em Lisboa. Cerca de quatro dezenas de palestrantes trouxeram Angola ao coração da memória escrita portuguesa.

Destinado a consagrar uma disciplina académica, a Angolanística, que estuda todas as matérias pertinentes a Angola, sejam elas do domínio da história, da economia, da política, do folclore, da antropologia, da geografia, da sociologia, das ciências aplicadas, das religiões, das migrações, da diáspora angolana, este Primeiro Congresso foi convocado pela Angola Research Network, uma rede global de pesquisadores das realidades angolanas em qualquer campo científico.

Abriu o congresso o Organizador, Filipe Santos, da Universidade Nova de Lisboa, vaticinando para a Angolanística um escopo bem mais vasto do que os habituais estudos agrupados por categorias nacionais: «Porque era necessário estabelecer laços permanentes de contacto entre aqueles que se têm dedicado, em todo o mundo, ao estudo de Angola, demos vida a esta rede de pesquisadores e a estes congressos que se propõem anuais. O interesse por Angola é verdadeiramente global. Mas até hoje os resultados dessas pesquisas achavam-se subsumidos nos estudos africanos em geral, ou quando muito nos da África Ocidental, por vezes nos estudos lusófonos. Os estudos angolanos podem e devem autonomizar-se e englobar os conhecedores de todos os aspetos da fascinante realidade angolana que a individualizam, caracterizam e distinguem face às nações circunvizinhas.

Começámos fora de Angola para comprovar que pesquisadores de todo o mundo, angolanos e não-angolanos, se dedicam ao estudo da Angolanística também nas universidades e instituições de pesquisa europeias, das Américas e em especial do Brasil. O angolanista, oriundo de qualquer cultura ou país, passa hoje a incluir com orgulho a certidão de batismo desta disciplina nos seus perfis, nos temas e títulos dos seus livros e artigos científicos: “angolanista”, ou seja, cultor dos estudos angolanos».

Justin Pearce, da Universidade de Cambridge, partilhou algumas das experiências suas no terreno. Alberto Oliveira Pinto dissertou sobre a tipologia das fontes para a história angolana, e no dia seguinte exporia o plano de um trabalho em progresso sobre a rota das missões religiosas. Muito pessoal foi o contributo de Jean-Michel Mabeko-Tali, sobre os silenciamentos a que foi obrigado na sala de aula de História, em Angola. Obteve compreensível impacto o trabalho de Vasco Martins sobre o ressurgir da memória de Jonas Savimbi. E Jorge Arrimar usou do seu raro domínio das línguas africanas para trazer alguns exemplos dos mitos veiculados nos contos e na tradição oral.

O Congresso contou com um painel composto por professores da Escola Superior de Comunicação Social, de Lisboa, consagrado à cobertura das eleições pelos média em vários contextos africanos. Um outro painel debruçou-se sobre a literatura e os provérbios, a educação para os valores, e a representação do espaço nos mapas antigos de Luanda, complementado por um segundo painel literário que decorreria no dia seguinte, dedicado ao estudo de obras específicas da literatura angolana. Liliana Inverno, da Universidade de Coimbra, evocou a dramática situação linguística angolana, com várias línguas à beira da sua extinção.

No campo do direito e das relações internacionais o Congresso incluiu uma comunicação sobre a autoridade tradicional dos sobas, e uma outra sobre a relação Índia-Angola. O recém-publicado livro de Domingos da Cruz sobre Racismo, o Machado afiado em Angola, apresentado por Adolfo Maria, suscitou inúmeras reações de interesse.

No dia seguinte escutaram-se os trabalhos de Eugénio Almeida, que se interrogou sobre se Angola pode ser considerada uma potência média – e em caso afirmativo qual o peso da sua influência sobre os seus vizinhos regionais – e de Rui Verde, da Universidade de Oxford, que mencionou a desberlinização para afirmar o caracter transfronteiriço das questões angolanas, irredutíveis às fronteiras fixadas em Berlim, devendo os angolanistas prestar grande atenção a matérias congolesas, zambianas, botsuanesas e namibianas. Observou ainda que o direito angolano continua muito dependente daquele que é produzido na ex-metrópole.

Fecharam o congresso os painéis sobre economia e sobre violências e memórias, incluindo um trabalho de Irene dos Santos sobre os “retornados” a Angola, e outro de Wolfgang Stojetz sobre os veteranos de guerra no Huambo. O angolanista brasileiro Alex Magalhães comparou as situações dos musseques angolanos com as das favelas brasileiras, lembrando as políticas falhadas de realojamento levadas a cabo no Rio de Janeiro.

Esta enumeração é somente uma pequena mostra de um conjunto abundante de comunicações, ricas de observações, de experiências no terreno, de advertências, de sugestões e de saudáveis provocações. O Congresso contou com a assistência de um público numeroso, curioso e recetivo, que seguiu com a maior atenção os aliciantes temas tratados, gerando-se por vezes alguns debates entre os oradores e o público.

A ARN informou que até ao final deste ano de 2019 será anunciado o local e a data do Segundo Congresso, a ter lugar em 2020.


 
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SOBRE NÓS-ABOUT US

Sem intermediários-Without intermediaries

A REDE DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA SOBRE ANGOLA-ANGOLA RESEARCH NETWORK é uma iniciativa  livre que coloca em contacto a comunidade de académicos e investigadores, pertencentes a instituições ou independentes, que desenvolvem o seu trabalho acerca de Angola.

Não é uma organização jurídica ou uma associação, mas uma Rede que estabelece laços de comunicação entre  todos aqueles que investigam sobre a política, o direito, a economia, a história, sociologia, a antropologia, a cultura e todas as ciências sociais e humanas referentes a Angola.

Constitui uma massa crítica global de académicos que estudam Angola, divulgando o seu trabalho, facilitando as suas comunicações, promovendo a troca de experiências, e participando em eventos. 

A Rede não tem afiliação universitária, ideológica, ou outra qualquer. E não tem qualquer fim lucrativo.

A Rede será capaz de facilitar os laços com as comunidades de investigadores sobre Angola e assim servir de base para um trabalho colaborativo bem-sucedido entre académicos.

       

      ENGLISH

ANGOLA RESEARCH NETWORK is free initiative that aims to put in contact the community of scholars and researchers, both from institutions and independent, who carry out their work on Angola.

It is not a legal organization or  association, but a Network that establishes communication links between all those who investigate politics, law, economics, history, sociology, anthropology, culture and all social and human sciences referred to Angola.

It constitutes a critical global mass of scholars studying Angola, and aims to publicize their work, to facilitate their communications, to promote the exchange of experiences, and to participate in events. 

The Network has no university affiliation, ideology, or any other. And it has no lucrative purpose.

 Network is able to facilitate ties within the research communities on Angola and thus serve as a basis for successful collaborative work among academics.

 
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MEMBROS DA REDE E PARTICIPANTES DO PRIMEIRO CONGRESSO DA ANGOLA RESEARCH NETWORK


Abel Djassi Amado, Simmons University,

Adolfo Maria, Escritor,

Alberto Oliveira Pinto, U.Lisboa,

Alex Ferreira Magalhães, U.Federal do Rio de Janeiro,

Ana Duarte, ISP Lusíada de Benguela,

Ana Lúcia Sá, ISCTE, IUL,

Ana Maria Simões, Independente,

Ana Rita Amaral, University of Free State,

Ana Stela Cunha, Universidade Nova,

Anabela Sousa Lopes, ESCS, IPL,

Ancemia Pinto, ESCS, IPL,

Andreia J. Silva, Uniban,

Anne Pitcher, University Michigan,  

Artur Santos Vinama, U.Nova,

Aurobindo Xavier, S.Lusófona de Goa,

Benauoda Lebdai, U.Le Mans,

Bogumil Koss, Université Laval,

Bruno Sotto Mayor, Universidade Federal do Rio de Janeiro,

Carla Barreto, CLEPUL, U.Lisboa,

Carmen Monereo,Universidade Nova,

Carolina Nve Diaz San Francisco,Boston University,

Catarina Valdigem, U.Católica Portuguesa,

Cesaldino Kassuanga, Instituto Superior de Relações Internacionais,

Cheryl Schmitz, New York University,

Claúdia Fernandes, Universidade Óscar Ribas,

Cláudia Gastrow,University of Johannesburg,

Cláudia Generoso de Almeida, ICS, U.Lisboa,

Cláudia Pazos Alonso, U.Oxford,

Cláudia Silvestre, Escola Superior de Comunicação Social, IPL,

Cláudio Fortuna, CEA, U.Católica Angola,

Congo Research Network,

Crislayne Alfagali, Pontifícia Universidade Católica do Rio,

Cristina Molares d`Abril, Independente,

D`Jamila Garcia, ISCTE-IUL,

Daniel Mulé, Oxfam,

Daniella Mak, University of Pennsylvania,

David Renous, Independente,

Débora Cavalcanti Fonseca, UFAL/GESTUAL-FA,

Djellal Edine Semaane-, Université Mohamed Lamine Dabaghine,

Domingos da Cruz, Observatório da Imprensa,

Dorothee Boulanger, University of Oxford,

Douglas Wheeler, University of New Hampshire,

Dulcineia Miguel, U.Lisboa,

Edalina Sanches, U.Lisboa,

Edgar Teles, Universidade Nova,

Édio Martins,IGEF,

Eduardo Sassa, Universidade Católica de Angola,

Elaine Ribeiro, Universidade Federal de Alfenas,

Elisa Scaraggi-Universidade de Lisboa,

Eliseu Gonçalves Francisco, U. Lisboa,

Emiliano João, FTL-Campinas,

Estevam Thompson-York University,

Eugénia Pires, SOAS,

Eugénio Costa Almeida, CEI-IUL,

F.Ntungila-Nkama-Université de Kinshasa,

Federica Toldo,

Fernanda Bonacho, ESCS, IPL,

Fernando Torres, Advogado,

Filip Deboeck, KU Leuven,

Filipe Calvão, Graduate Institute Geneva,

Filipe Delfim Santos ((coordenador da rede/ network coordinator), Universidade Nova,

Filipe Duarte, Independente,

Filomeno Viera Lopes, U.Católica Angola,

Flávio dos Santos, U.Nova,

Francisco Ewerton dos Santos, UFPA,

Fred Bridgland, Escritor e jornalista,

Frederico Lutumba, U.Lisboa,

Gilmar Pais, Independente,

Gilson Lázaro, ISCTE,

Gregory Mthembu-Salter, Political economy and conflict analysis advisor,

Helena Wakim Moreno, Universidade de São Paulo,

Hilarino da Luz-Universidade Nova,

Hugo Maia, U. Tóquio,

Inês Ponte, ICS,U.Lisboa,

Iracema Dulley, Universidade Federal de São Carlos,

Irène dos Santos, CNRS,

Ivan Sicca Gonçalves, Universidade Estadual de Campinas,

Jairo Farias Luís Comprido,Unilab, 

Jean-Michel M. Tali, U.Howard,

Jeremias Malheiro- Universidade Mandume Ya Ndemufayo,

Jerry Kalonji- University of Lubumbashi,

Jéssica Nicolau, UAL,

João Carlos, DW,

João Manuel Rocha, IPL e UCP,

Joel Santos, UAL,

Jordan Anderson, IHS Markit,

Jorge Arrimar, Independente,

Jorge Trindade, ESCS, IPL,

José António Carochinho, ULHT,

José Brás, ULHT,

José Luís Domingos, Universidade Católica de Angola,

José Milhazes, Escritor, jornalista e investigador independente,

José Octávio Serra Van-Dúnem, Universidade Agostinho Neto,

Justin Pearce, U.Cambridge,

Karen Ferreira-Meyers, University of Swaziland,

Laura Steil- School for International Training,

Lazlo Passemiers- University of the Free State,

Liliana Inverno, U.Coimbra,

Lorivaldo Sousa, Independente,

Luandino Carvalho, Embaixada de Angola,

Luciana Gomes da Costa, Advogada,

Luísa Pais, ISPLusíada Benguela,

Luísa Tui, Universidade Federal de São Carlos,

Lurdes Alexandre Ferreira, ISCTE-IUL,

Manuel Pereira, CIRS,IUL,

Manuel Santos, Plataforma Reflexão Angola,

Manuela da Costa Dias, Independente,

Marçal Paredes, Pontifícia Universidade Católica do Rio,

Márcia Gonçalves, Universidade Católica de Angola,

Margarida Amaro, Universidade Nova e Universidade de Lisboa,

Margarida Paredes, ISCTE, IUL,

Maria de Fátima Lopes Cardoso, Escola Superior de Comunicação Social, IPL,

Maria José Mata, ESCS, IPL,

Maria Neves Leal Gonçalves, ULHT,

Marília Favinha, U.Évora,

Marina de Mello e Souza, Universidade de São Paulo,

Marissa Moorman, Indiana University ,

Mbyavanga Emília Malungo Bungo, U.Minho,

Michelle-Mi Medrado, UCLA,

Miguel Dias Verde, Vertgreen Global Consulting,

Miguel Ganga, U. Nova,

Natália da Luz, ISCTE, IUL,

Nelson Domingos António-IESP/Universidade Agostinho Neto,

Nelson Pestana-Universidade Católica de Angola,

Nilza Rodrigues, Next Africa,

Noemi Alfieri, CHAM,U.Nova,

Patrícia Barros dos Reis, U.Federal Tocantins,

Paulo Inglês,DFD-German Research Foundation,

Paulo Müller, Universidade Federal do Rio Grande do Sul,

Pedro David Gomes, ICS, U.Lisboa,

Pedro Garcia Rosado, Independente,

Peter Vale- Johannesburg Institute for Advanced Study (JIAS)/ University of Johannesburg,

Rabiu Iyanda, Osun State University,

Rafael Coca-Universidade Estadual de Campinas,

Reuben Loffman, Queen Mary University of London,

Rogéria Cristina, Universidade do Estado de Minas Gerais,

Rui Verde ((Fundador e Coordenador/Founder and Coordinator), University of Oxford, MakaAngola

Ruy Blanes- Universidade de Coimbra,

Salvador Tito, U.Minho,

Santiago Ripoll, IDS,

Santos Garcia Simão, U.Nova,

Stepanhie Wolters-ISS,

Tânia Macedo, Universidade de São Paulo,

Tomás Tassinar,Universidade de São Paulo,

Varela de Matos, Ordem dos Advogados,

Vasco Ramos, CES, U. Coimbra,

Victor Barros, U.Nova,

Vincenzo Cammarata, King`s College, London,

Walter Bruyere-Ostells- Sciences Po Aix,

William Martin James III- Henderson State University,

Wolfgang Stojetz, U.Humboldt,

 
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COMPILAÇÃO PORTUGUÊS ANGOLANO

Bibliografia sobre o Português de Angola

Compilação de uma bibliografia online sobre o português angolano. Está em constante actualização.

 

LIGAÇÕES ÚTEIS/USEFUL LINKS

NOTÍCIAS/NEWS

Deutsche Welle-Angola

ENTIDADES OFICIAIS

Ministério do Ensino Superior,Ciência, Tecnologia e Inovação-Angola

UNIVERSIDADES

Universidade Agostinho Neto-Angola

 

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